Matilha Cultural e o COP-15

25 11 2009

Na contagem regresiva para a 15ª Coferência das Partes (COP-15) da  Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima, o Espaço Matilha Cultural monta a progamação “COPENHAGEN É AQUI”,  gratuita de quase um mês com arte, cinema, ativismo e discussões sobre reciclagem, reuso, lixo, eletrônico, desmatamente, arte sustentável e mudanças climáticas.


O Matilha apoia a luta contra o aquecimento global e criou projetos de conscientização ambiental para que as pessoas tenham noção da situação amabiental que serão discutidas no COP-15, que acontece entres os dias 07 e 18 de dezembro na cidade de Copenhagen, na Dinamarca.


Mais sobre a programação no site do Matilha, www.matilhacultural.com.br

Mais sobre o COP15, www.en.cop15.dk (inglês)

Mais sobre COP15 no site da ONU Brasil, www.onu-brasil.org.br





“A HUMANIDADE EM GUERRA”

26 10 2009
Imagens retratam a realidade e a brutalidade dos conflitos e da violência armada, mas também mostram que mesmo nos momentos mais difíceis de desespero há esperança, e lembram que a dignidade humana é duradoura e universal.

Conflito de Biafra, 1968. Menino espera cupons para receber leite e peixe em um centro de nutrição.  H. D. Finck/CICV

Conflito de Biafra, 1968. Menino espera cupons para receber leite e peixe em um centro de nutrição. H. D. Finck/CICV

Apresentada em mais de 50 países pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), a exposição de fotos “A Humanidade em Guerra” chega a São Paulo, em parceria com a Oboré Projetos Especiais e a Matilha Cultural, e o apoio da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de São Paulo (Arfoc-SP) e da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (FEPESP).

Colômbia, fevereiro de 2009. Deslocados em consequência da guerra ou de um conflito armado ficaram sem moradia e são obrigados a se alojar onde podem: derrubando florestas em zonas rurais ou bairros marginais das cidades. Segundo as autoridades nacionais, no final de 2008, havia mais de 2,5 milhões de deslocados na Colômbia. Franco Pagetti/CICV/VII

Colômbia, fevereiro de 2009. Deslocados em consequência da guerra ou de um conflito armado ficaram sem moradia e são obrigados a se alojar onde podem: derrubando florestas em zonas rurais ou bairros marginais das cidades. Segundo as autoridades nacionais, no final de 2008, havia mais de 2,5 milhões de deslocados na Colômbia. Franco Pagetti/CICV/VII

As fotografias traçam a história dos conflitos armados e suas conseqüências humanitárias no último século e meio, evocando, por meio de imagens impactantes, a dor e a angústia de homens, mulheres e crianças que suportaram os suplícios da guerra, desde a Secessão Americana até as guerras e situações de violência armada da atualidade.

Líbano, dezembro de 2008. Milícias, seitas e bairros se enfrentam no conflito em Trípoli, cujas origens remontam à guerra civil do Líbano. O último ciclo de violência durou de maio a agosto de 2008. O conflito irrompeu em Beirute, onde membros do partido da oposição se enfrentaram com os partidários do governo nas ruas da cidade. Os enfrentamentos logo chegaram a Trípoli, pondo em perigo cerca de 150 mil pessoas.  Franco Pagetti/CICV/VII

Líbano, dezembro de 2008. Milícias, seitas e bairros se enfrentam no conflito em Trípoli, cujas origens remontam à guerra civil do Líbano. O último ciclo de violência durou de maio a agosto de 2008. O conflito irrompeu em Beirute, onde membros do partido da oposição se enfrentaram com os partidários do governo nas ruas da cidade. Os enfrentamentos logo chegaram a Trípoli, pondo em perigo cerca de 150 mil pessoas. Franco Pagetti/CICV/VII

As imagens retratam a realidade e a brutalidade, mas também mostram que mesmo nos momentos mais difíceis de desespero há esperança, e lembram que a dignidade humana é duradoura e universal.

Guerra de secessão nos Estados Unidos, 1861-1865. CICV

Guerra de secessão nos Estados Unidos, 1861-1865. CICV

Parte da campanha mundial “Nosso Mundo. Sua ação.” (www.ourworld-yourmove.org), a mostra foi organizada pelo Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Libéria, fevereiro de 2009. O futebol para amputados é uma fonte de esperança e consolo para um dos grupos mais marginalizados do país: os jovens amputados, em sua maioria vítimas da guerra. "Quando você lhes pergunta como se sentem depois que foram amputados, a maioria responde que quer se matar", diz Paul A. Tolbert, treinador da seleção liberiana de futebol para amputados. "A vida não tem mais sentido para eles. O futebol para amputados faz com que recuperem a esperança". Christopher Morris/CICV/VII

Libéria, fevereiro de 2009. O futebol para amputados é uma fonte de esperança e consolo para um dos grupos mais marginalizados do país: os jovens amputados, em sua maioria vítimas da guerra. "Quando você lhes pergunta como se sentem depois que foram amputados, a maioria responde que quer se matar", diz Paul A. Tolbert, treinador da seleção liberiana de futebol para amputados. "A vida não tem mais sentido para eles. O futebol para amputados faz com que recuperem a esperança". Christopher Morris/CICV/VII

Fonte: Matilha Cultural

A exposição já pode ser visitada e continuará no Matilha Cultural até o dia 15 de Novembro.

PROGRAMAÇÃO:

Matilha Cultural

Endereço: Rua Rêgo Freitas 542 – Centro – SP (próximo à igreja da Consolação)

Horários: de 3ª a sábado – do 12h às 20h

Entrada Franca

Informações: (11) 3256-2636





Documentário Pixo – marginais ou artistas?

21 07 2009

O fotógrafo da Folha João Wainer, em parceria com seu irmão, Roberto T. Oliveira, produziram um documentário sobre os pichadores de São Paulo que tem como vertente a vida do ex-pichador Djan Ivson.

Um dos registros feitos pelo fotógrafo João Wainer sobre a pichação em São Paulo, tema de seu documentário

Um dos registros feitos pelo fotógrafo João Wainer sobre a pichação em São Paulo, tema de seu documentário

Djan integrou o grupo que, no dia 26 de outubro do ano passado, invadiu e pichou o prédio da Bienal. Por conta disso, foi condenado a cumprir pena de serviços comunitários.

A discussão em torno da pichação, se é uma expressão artística ou crime contra o patrimônio, é também o tema central do documentário de Wainer, que registra diversas ações de pichadores.

O Documentário Pixo pelo jeito vai tirar as dúvidas que giram sobre os pichadores e suas artes marginalizadas na cidade de São Paulo. Você que lembra o dia em que um grupo de pichadores invadiram o espaço da Faculdade Belas Artes e picharam por volta de 10 minutos paredes, murais, janelas entre outras partes da instituição pode ver no trecho abaixo um pouco dessa invasão e o motivo dela.

Ao ver o documentário é VÁLIDO tentar entender o que se passa na cabeça de um pichador e o porque de suas atitudes tão discriminalizadas.


Assista ao um trecho de Pixo:

Fonte: Folha Online








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