“A HUMANIDADE EM GUERRA”

26 10 2009
Imagens retratam a realidade e a brutalidade dos conflitos e da violência armada, mas também mostram que mesmo nos momentos mais difíceis de desespero há esperança, e lembram que a dignidade humana é duradoura e universal.

Conflito de Biafra, 1968. Menino espera cupons para receber leite e peixe em um centro de nutrição.  H. D. Finck/CICV

Conflito de Biafra, 1968. Menino espera cupons para receber leite e peixe em um centro de nutrição. H. D. Finck/CICV

Apresentada em mais de 50 países pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), a exposição de fotos “A Humanidade em Guerra” chega a São Paulo, em parceria com a Oboré Projetos Especiais e a Matilha Cultural, e o apoio da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de São Paulo (Arfoc-SP) e da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (FEPESP).

Colômbia, fevereiro de 2009. Deslocados em consequência da guerra ou de um conflito armado ficaram sem moradia e são obrigados a se alojar onde podem: derrubando florestas em zonas rurais ou bairros marginais das cidades. Segundo as autoridades nacionais, no final de 2008, havia mais de 2,5 milhões de deslocados na Colômbia. Franco Pagetti/CICV/VII

Colômbia, fevereiro de 2009. Deslocados em consequência da guerra ou de um conflito armado ficaram sem moradia e são obrigados a se alojar onde podem: derrubando florestas em zonas rurais ou bairros marginais das cidades. Segundo as autoridades nacionais, no final de 2008, havia mais de 2,5 milhões de deslocados na Colômbia. Franco Pagetti/CICV/VII

As fotografias traçam a história dos conflitos armados e suas conseqüências humanitárias no último século e meio, evocando, por meio de imagens impactantes, a dor e a angústia de homens, mulheres e crianças que suportaram os suplícios da guerra, desde a Secessão Americana até as guerras e situações de violência armada da atualidade.

Líbano, dezembro de 2008. Milícias, seitas e bairros se enfrentam no conflito em Trípoli, cujas origens remontam à guerra civil do Líbano. O último ciclo de violência durou de maio a agosto de 2008. O conflito irrompeu em Beirute, onde membros do partido da oposição se enfrentaram com os partidários do governo nas ruas da cidade. Os enfrentamentos logo chegaram a Trípoli, pondo em perigo cerca de 150 mil pessoas.  Franco Pagetti/CICV/VII

Líbano, dezembro de 2008. Milícias, seitas e bairros se enfrentam no conflito em Trípoli, cujas origens remontam à guerra civil do Líbano. O último ciclo de violência durou de maio a agosto de 2008. O conflito irrompeu em Beirute, onde membros do partido da oposição se enfrentaram com os partidários do governo nas ruas da cidade. Os enfrentamentos logo chegaram a Trípoli, pondo em perigo cerca de 150 mil pessoas. Franco Pagetti/CICV/VII

As imagens retratam a realidade e a brutalidade, mas também mostram que mesmo nos momentos mais difíceis de desespero há esperança, e lembram que a dignidade humana é duradoura e universal.

Guerra de secessão nos Estados Unidos, 1861-1865. CICV

Guerra de secessão nos Estados Unidos, 1861-1865. CICV

Parte da campanha mundial “Nosso Mundo. Sua ação.” (www.ourworld-yourmove.org), a mostra foi organizada pelo Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Libéria, fevereiro de 2009. O futebol para amputados é uma fonte de esperança e consolo para um dos grupos mais marginalizados do país: os jovens amputados, em sua maioria vítimas da guerra. "Quando você lhes pergunta como se sentem depois que foram amputados, a maioria responde que quer se matar", diz Paul A. Tolbert, treinador da seleção liberiana de futebol para amputados. "A vida não tem mais sentido para eles. O futebol para amputados faz com que recuperem a esperança". Christopher Morris/CICV/VII

Libéria, fevereiro de 2009. O futebol para amputados é uma fonte de esperança e consolo para um dos grupos mais marginalizados do país: os jovens amputados, em sua maioria vítimas da guerra. "Quando você lhes pergunta como se sentem depois que foram amputados, a maioria responde que quer se matar", diz Paul A. Tolbert, treinador da seleção liberiana de futebol para amputados. "A vida não tem mais sentido para eles. O futebol para amputados faz com que recuperem a esperança". Christopher Morris/CICV/VII

Fonte: Matilha Cultural

A exposição já pode ser visitada e continuará no Matilha Cultural até o dia 15 de Novembro.

PROGRAMAÇÃO:

Matilha Cultural

Endereço: Rua Rêgo Freitas 542 – Centro – SP (próximo à igreja da Consolação)

Horários: de 3ª a sábado – do 12h às 20h

Entrada Franca

Informações: (11) 3256-2636








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